Uma inquieta tentação



Doce os teus sabores
Torto o teu sorriso
Amargo esse teu beijo
Que distante me fez do paraíso

Um desejo aparente
Entre tantos desamores.
Eis que surge o
Questionamento indecente.

Embriago-me em medo
Entristece-me tantos devaneios
Então implora minha decisão
Digo com o ar da graça um “não”.

E em tanto ardor
Em tanta fúria
Furtou-me o lirismo
Morrerei sem poesia.

2 comentários:

Laís Dourado disse...

Você que escreveu essas poesias? São muito bonitas, admiro muito quem curte essa arte tão difícil, mas benefíca! ;)

Uh disse...

Foi sim! =]]
Ahh, muito obrigada!